quarta-feira, 2 de março de 2011

Vó virtual

Vó virtual
Há muitas concepções de virtual. Algumas das definições mais comuns são:
·         Algo que é apenas potencial ainda não realizado (a definição histórica). Virtual referir-se-ia a uma categoria tão verdadeira como a real. O virtual não seria oposto ao real. O virtual pode ser oposto ao atual, porque o virtual carrega uma potência de ser, enquanto o atual já é (ser).
·         Algo que não é físico, apenas conceitual.
·         Algo que não é concreto. Virtual é tudo aquilo que não é palpável, geralmente uma abstração de algo real.
·         A simulação de algo, como em Realidade Virtual, Memória virtual, Disco virtual.
Com o desenvolvimento das comunicações computadorizadas em rede, o termo se popularizou; chamamos de "virtual" tudo que diz respeito às comunicações via Internet. Em expressões como "amigo virtual" ou "universidade virtual" o adjetivo "remoto" ou "à distância" se encaixaria com mais propriedade.
Segundo Pierre Lévy: "o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a atualização." (LÉVY, 1996, p.16) Ele afirma que "a palavra virtual vem do latim medieval virtualis, derivado, por sua vez, de virtus, força, potência. O virtual tende a atualizar-se, sem ter passado, no entanto, à concretização efetiva ou formal", ou seja, é algo que não existe na forma física.
OK, já que eu existo e que Pietro existe, eu seria então um vó multimídia?
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