domingo, 28 de agosto de 2011

Eternal Jewish truths of your grandmother's Talmud:

Eternal Jewish truths of your grandmother's Talmud:
  • The optimist sees the bagel; the pessimist sees the hole.
  • If you can't say something nice, say it in Yiddish.
  • If it tastes good, it's probably not kosher.
  • No one looks good in a yarmulke.
  • Who else could have invented the 50 minute hour?
  • Why spoil a good meal with a big tip?
  • WASPs leave and never say good-bye. Jews say good-bye and never leave.
  • Twenty percent off is a bargain; fifty percent off is a mitzvah.
  • Wine needs to breathe, so don't rush through the kiddush.
  • Israel is the land of milk and honey; Florida is the land of milk of magnesia.
  • Never pay retail.
  • It's always a bad hair day if you're bald.
  • No one leaves a Jewish wedding hungry; but then again, no one leaves with a hangover.
  • The High Holidays have absolutely nothing to do with marijuana.
  • So, what's so wrong with dry turkey?
  • If your name was Lipschitz, you'd change it, too.
  • Always whisper the names of diseases.
  • One mitzvah can change the world; two will just make you tired.
  • If you don't eat, it will kill me.
  • Anything worth saying is worth repeating a thousand times.
  • The most important word to know in any language is SALE.
  • Where there's smoke, there may be smoked salmon.
  • Never take a front-row seat at a bris.
  • Prune Danish is definitely an acquired taste.
  • Next year in Jerusalem. The year after that, how about a nice cruise?
  • Never leave a restaurant empty-handed.
  • A bad matzoh ball makes a good paperweight.
  • A schmata is a dress that your husband's ex is wearing.
  • Without Jewish mothers, who would need therapy?
  • Before you read the menu, read the prices.
  • There comes a time in every man's life when he must stand up and tell his mother he's an adult. This usually happens at around age 45.
  • According to Jewish dietary law, pork and shellfish may be eaten only in Chinese restaurants.
  • Tsouris is a Yiddish word that means your child is marrying someone who isn't Jewish.
  • If you're going to whisper at the movies, make sure it's loud enough for everyone to hear.
  • No meal is complete without leftovers.
  • What business is a yenta in? Yours.
  • If you have to ask the price, you can't afford it. But if you can afford it, make sure you tell everybody what you paid.
  • Prozac is like chicken soup: it doesn't cure anything, but it makes you feel better.
  • Laugh now, but one day you'll be driving a big Cadillac and eating dinner at four in the afternoon.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Circuncisão - memórias de um judeu (de Sammy Lachmman)

Circuncisão
Sempre que ouço aquela música do Chico, "ó pedaço de mim, ó pedaço arrancado de mim", me bate uma deprê braba.
Lembro da minha infância e acabo voltando no tempo. Estava eu deitado no meu bercinho, ainda com uma semana de vida, quando começou a chegar gente em casa. Era dia de festa. E festa de judeu lembra muito reunião do PSDB: só tem tucano. Cada nareba que não tem mais tamanho.  Mamãe convidou só 30 pessoas, mas como era boca livre, veio judeu de tudo quanto foi canto. Se mamãe cobrasse ingresso, corria o risco de nem o papai aparecer... Não precisa dizer que os presentes não trouxeram presentes. Metade esqueceu em casa e a outra metade disse que não tinha dado tempo de comprar... Coisas da religião.
Cada um que chegava, vinha até o meu bercinho. Quando se abaixavam para me ver mais de perto, virava um autêntico ataque do exército israelense. Contabilizei pelo menos umas 30 narigadas na barriga. Em vez de olharem para os próprios umbigos, vinham olhar pro meu. Acho que era por causa da "faixa de gaze".

De repente, se fez o silêncio. Um ser estranho, trajando um terno preto pra lá de surrado, com barba até a cintura, chapéu e cabelo ponhonhóin dos lados adentrou a sala. Parecia o Capitão Caverna na versão judaica.

Ele veio na minha direção. Tirou um bisturi reluzente. Ficamos frente a frente. Ele, o lobo mau, e eu,o solidéu vermelho. Para que esse nariz tão grande, perguntei. Por uns segundos, cheguei a pensar que mamãe tinha resolvido fazer uma plástica no meu nariz que, com menos de uma semana de vida, já era avantajado. Mas o negócio era mais embaixo. Bem mais embaixo.
Ele tirou a minha fraldinha descartável,que mamãe tinha acabado de lavar,e eu gritei, abri o berreiro: "Tira esse Michael Jackson ortodoxo daqui! Esse comunista judeu quer comer criancinha!!! E no rabino, não vai nada?" Apesar de tanta tecnologia, buááááá não vem com legenda. Não sei por que ainda não inventaram uma tecla SAP para bebês. Parti então para a minha última tentativa: um ataque com armas químicas. Soltei duas bombas de efeito moral: PUM! PUM! Mas o bigode do sujeito cobria o nariz como uma máscara antigases. Ataquei com meus jatos poderosos, mas o xixi não conseguiu furar o bloqueio da barba blindada do velho. Não teve jeito. O Jacozinho virou o Jacozinhozinho.
Vai entender o que esse povo tem na cabeça, além desse chapeuzinho medonho? Em vez de sacrificarem uma galinha como na velha e boa macumba, eles sacrificam o pinto. Cortaram o meu pausówsky, meu penisberg. Ficou só o "cara". O "lho" foi-se. Uma parte de mim estava agora que nem pinto no lixo, literalmente. Depois de circuncidado, passei a entender o porquê daquele muro das lamentações. Eu, pelo menos, lamento até hoje.
Ó pedaço de mim...

Sammy Lachmann  - Cronista de "O Pasquim 21"

quarta-feira, 2 de março de 2011

Vó virtual

Vó virtual
Há muitas concepções de virtual. Algumas das definições mais comuns são:
·         Algo que é apenas potencial ainda não realizado (a definição histórica). Virtual referir-se-ia a uma categoria tão verdadeira como a real. O virtual não seria oposto ao real. O virtual pode ser oposto ao atual, porque o virtual carrega uma potência de ser, enquanto o atual já é (ser).
·         Algo que não é físico, apenas conceitual.
·         Algo que não é concreto. Virtual é tudo aquilo que não é palpável, geralmente uma abstração de algo real.
·         A simulação de algo, como em Realidade Virtual, Memória virtual, Disco virtual.
Com o desenvolvimento das comunicações computadorizadas em rede, o termo se popularizou; chamamos de "virtual" tudo que diz respeito às comunicações via Internet. Em expressões como "amigo virtual" ou "universidade virtual" o adjetivo "remoto" ou "à distância" se encaixaria com mais propriedade.
Segundo Pierre Lévy: "o virtual não se opõe ao real, mas sim ao atual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a atualização." (LÉVY, 1996, p.16) Ele afirma que "a palavra virtual vem do latim medieval virtualis, derivado, por sua vez, de virtus, força, potência. O virtual tende a atualizar-se, sem ter passado, no entanto, à concretização efetiva ou formal", ou seja, é algo que não existe na forma física.
OK, já que eu existo e que Pietro existe, eu seria então um vó multimídia?
O que você acha?
Enquanto pensa, veja as fotos (facebook) e os vídeos (youtube) do Brit online!
Fotos
Vídeos
P.S. Podem me solicitar os links no YouTube

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

BRIT MILÁ 3 - CJB

O que você sempre quis saber sobre Brit Milah, mas nunca teve a chance de perguntar!
Álvaro Madeira - Mohel
1- Em que dia deverá ser feito o brit milah do meu filho?
Deverá ser feito no oitavo dia de vida, exceto naqueles casos em que haja alguma doença e o procedimento passe a representar um risco para a saúde da criança. Neste caso a Halachá nos isenta da obrigação de realizar o bris no oitavo dia. Logo, se a criança nasceu com bom estado saúde em uma terça-feira, o bris deverá ser feito na terça-feira seguinte. É importante lembrar que o nosso dia começa ao pôr-do-sol, portanto, se a criança nasce numa quinta-feira à noite, para nós não é mais quinta-feira e sim sexta, logo o bris deverá ser realizado na sexta-feira seguinte.
2- Se meu filho nascer no shabat, em que dia posso realizar o Bris?
A mitzváh do brit-milah está acima de qualquer outra. Se uma criança nascer de parto normal no shabat, seu bris não só poderá, como deverá ser feito no shabat seguinte. Se, por exemplo, o oitavo dia de vida cair no dia de Yom Kipur, o bris deverá ocorrer neste dia. Não existem controvérsias entre os movimentos judaicos - Ortodoxo, Conservativo e Reformista - neste ponto.
3- Se o pai é judeu e a mãe não é judia, o bris pode ser feito?
Esta é uma situação extremamente comum nos dias de hoje. De qualquer forma, o bris pode se realizado no oitavo dia de vida, mesmo neste caso. Neste caso, o bris será o primeiro passo do processo de sua conversão. Aos trezes anos ele deverá, se assim o quiser, assumir sua identidade como judeu com um banho ritual (Mikvah) diante de um Bet Din (tribunal composto por pelo menos por um rabino e dois judeus observantes). É importante que o Mohel esclareça tudo isto aos pais. Fazer o bris no oitavo dia de vida não irá, por si só, conferir o status de judeu a esta criança. É fundamental que seus pais estejam dispostos a dar uma educação judaica aos seus filhos.
4- De quem é a obrigação de realizar o brit milah?
De acordo com o Talmud, a mitzvah é do pai. Como normalmente o pai não tem condições técnicas para realizá-lo, um Mohel deve ser chamado. De fato, a maioria dos Mohalim ortodoxos e conservativos no momento da cerimônia do bris, pedem aos pais que declarem publicamente que desejam que o Mohel realize o bris, estabelecendo assim um link com esta Halachá.
5- Existem meninos que nascem circuncidados?
Na realidade, existem meninos que nascem com algum tipo de malformação, geralmente hipospádia, que leva a pensar que "a criança nasceu circuncidada". Nestes casos a pele que existe ao redor da glande não deve ser retirada, pois posteriormente ela deverá ser usada para o tratamento cirúrgico da malformação.
Faz-se nesta criança uma cerimônia chamada Hatafat Dam Brit, na qual retira-se uma gota de sangue e prossegue-se com a parte litúrgica do bris. O Hatafat Dam Brit deve ser também realizado no oitavo dia.
6- Existe a figura dos padrinhos na cerimônia do bris? Precisam ser judeus?
Existem três figuras com este significado dentro da cerimônia do bris.
*Kvater e Kvatrin: padrinho e madrinha em Yidish. São as duas pessoas que levam a criança até o Mohel. Não é necessário serem judeus, e este número (um padrinho e uma madrinha) não é fixo. Podem ser dois homens e duas mulheres, três homens e uma mulher, três mulheres, ..., a escolha é de cada família.
*Sandek (padrinho em Grego): é aquele que irá segurar a criança enquanto o mohel estiver fazendo o bris.
É exigido que o sandek seja judeu e que esteja usando um talit durante a cerimônia.
O papel de padrinhos no judaísmo não tem a mesma conotação de outras religiões, onde em caso de morte dos pais, os padrinhos passariam a ser os responsáveis pela criança. No judaísmo é somente uma homenagem.
7- A anestesia é permitida pelas leis judaicas?
Este é um ponto que não deveria provocar nehum tipo de controvérsia entre os movimentos judaicos. A anestesia já era conhecida na época do Talmud, mas nossos sábios não fizeram declarações nem proibindo nem encorajando-a. Com este silêncio, muitas discussões ocorreram e ocorrem até nossa geração.
A grande polêmica é a necessidade ou não da criança sentir dor durante o bris. Alguns rabinos se opõem justificando que Avraham Avinu sentiu dor. Este ponto de vista é severamente criticado por muitos outros rabinos. Segundo o Rabino Ovadiah Yosef: "não existe nenhuma obrigação de haver dor durante a circuncisão".O Comittee on Jewish Law and Standards do movimento Conservativo emitiu uma responsa concluindo que é permitido o uso de anestesia durante o prcedimento do Brit Milah, deixando à critério do Mohel o tipo de anestesia a ser usada, de acordo com as necessidades de cada caso.
Pesquisas americanas recentes demonstraram que, baseando-se nos batimentos cardíacos e na intensidade do choro como indicadores de desconforto e dor, o uso da anestesia resulta num ato mais tranquilo e menos doloroso para a criança.
8- Existe alguma vantagem médica em se fazer a circuncisão?
Sabe-se que nos primeiros meses de vida as infecções urinárias são muito comuns em meninos. Meninos não circuncidados tem até 15 vezes mais chances de desenvolver infecçõs do trato urinário. Sabe-se também que quase 20% dos homens que não foram circuncidados quando réscem-nascidos, em determinado estágio da vida, precisam submeter-se a uma cirugia de fimose (postectomia). É importante lembrar, que neste caso, já não é possível um procedimento tão simples quanto ao que se faz em réscem-nascidos (a cirurgia deve ser feita num hospital, com pontos de sutura, ... - os réscem-nascidos não levam pontos!!! Além disso, mulheres casadas com homens circuncidados têm incidência muito inferior de câncer de colo de útero e os homens circuncidados não apresentam câncer de pênis.
9- Existe algum ponto negativo em realizar o bris, como perda de sensibilidade ou irritação peniana?
Não, a circuncisão não acarreta nenhum tipo de malefício à saúde. Se forem respeitados os critérios, ou seja, se a criança nascer com saúde, e o profissional que realizará o procedimento for capacitado, a circuncisão é um procedimento extremamente seguro, simples e benéfico para a criança.

Brit Milá 2 - Chabad

Brit Milá: Trauma ou alegria? 
(In)Decisão
Nenhum outro costume, hábito ou ritual tem atravessado tantas eras e vencido tantas perseguições. A circuncisão seja na paz ou na guerra, tem sobrevivido, de Avraham Avinu até os dias de hoje.
Atualmente, no entanto, muitos judeus têm deixado de realizar a mistvá de Brit Milá em seus bebês, um dos mais antigos preceitos ordenados por D'us na Torá. Alegam as mais diversas razões para isto, indo desde trauma psicológico, diminuição da tolerância à dor até a diminuição do desejo sexual.
Sem base científica, ou fatos que apontem para qualquer uma destas conclusões, o resultado tem sido desastroso. Estes mitos e medos transformam-se em desafios onde a única lógica na decisão a tomar é a proteção natural que pais desejam garantir ao futuro e ao bem estar de seus filhos.
"Porque eu deveria fazer o brit milá em meu filho? É cruel. Não posso fazer algo tão bárbaro que o marcaria psicologicamente para o resto da vida!"
"Por que o faria sem dar-lhe o direito de escolha?"
"Este procedimento é arcaico, fora de moda e arriscado."
"Não sou religioso e nem acredito nisto. Estaria sendo hipócrita!"
Mas porque, antes de tomar qualquer iniciativa ou decisão, não escutam o outro lado da questão? Afinal, deve haver prós, senão, nenhum judeu, e felizmente ainda há muitos, arriscariam a vida emocional de seus filhos submetendo-os ao Brit Milá. Então, que tal dar uma chance?
Do ponto de vista médico
Um estudo no New England Journal of Medicine (1990) registrou uma taxa de complicação por volta de 0,19% quando a circuncisão é realizada por um médico. Quando é feita por um mohel, a taxa cai para 0,13%, aproximadamente 1 em 1.000. Quando ocorre uma complicação, geralmente trata-se de sangramento excessivo, que é facilmente contornável. Nenhum outro procedimento cirúrgico chega a tais índices de operações livres de complicações. Um estudo mostrou que em torno do oitavo dia, os níveis de protombina atingem 110 por cento do normal.
Uma razão pela qual há tão poucas complicações envolvendo o sangramento deve-se aos agentes coaguladores mais importantes, a protombina e a vitamina K, quando não atingem os níveis máximos no sangue até o oitavo dia de vida. Os níveis de protombina são normais ao nascer, caem a níveis muito baixos nos dias seguintes, e voltam ao normal no fim da primeira semana. Um estudo demonstrou que por volta do oitavo dia, os níveis de protombina atingem 110% do normal. Nas palavras do Dr. J. Quick, autor de diversas obras sobre controle de hemorragia, "Não parece acidental que o ritual da circuncisão fosse adiado até o oitavo dia pela Lei Judaica." Além disso, a circuncisão é conhecida por oferecer proteção praticamente completa contra o câncer peniano.
Segundo um recente artigo no New England Journal of Medicine, nenhum dos mais de 1.600 homens com este tipo de câncer no estudo tinham sido circuncidados na infância. Nas palavras dos pesquisadores Cochen e McCurdy, a incidência de câncer peniano nos Estados Unidos é "praticamente zero" entre homens circuncidados.
Diversos estudos relataram que meninos circuncidados tinham de 10 a 39 vezes menos probabilidade de desenvolver infecções do trato urinário durante a infância que meninos não circuncidados. Além disso, a circuncisão protege contra bactérias, fungos e infecções parasitárias, além de uma série de outros problemas relacionados com a higiene. A taxa extremamente baixa de câncer cervical em mulheres judias (de 9 a 22 vezes menor que entre mulheres não-judias) é atribuída à prática da circuncisão.
Como resultado de estudos como esses, diversas organizações médicas de prestígio reconheceram os benefícios da circuncisão, e a Associação Médica da Califórnia tem endossado a circuncisão como uma "efetiva medida de saúde pública."
No entanto, não é por nenhuma destas razões que realizamos a mitsvá de Brit Milá.
Uma conexão espiritual
A circuncisão tem sido praticada em judeus do sexo masculino há quase 4.000 anos, desde que Avraham assim foi ordenado por D'us. A verdade é que não há argumento "lógico" para cortar um pedaço de carne de um bebê indefeso.
Em lugar algum a pessoa tem mais potencial para expressar comportamento "bárbaro" que no desejo sexual. É por isso que o Brit é feito neste órgão específico. Se trouxermos santidade em nossa vida ali, tornaremos fácil a tarefa de trazer santidade em todas as outras partes de nosso ser. O judaísmo nos direciona a sermos os verdadeiros donos de nossos impulsos e emoções e a controlar nossos desejos mais primitivos direcionando-os a buscas espirituais.
Em termos cabalísticos, o prepúcio simboliza uma barreira que impede o crescimento. Quando a Torá fala sobre aproximarmo-nos de D'us, nos conclama a "remover a Orlah, (o invólucro) de seu coração" (Devarim 10:16).
Quando Avraham fez sua própria circuncisão aos 99 anos, D'us adicionou a letra "heh" ao seu nome. "Heh" é parte do próprio nome de D'us, significando que por meio do Brit Milá, o ser humano acrescenta uma dimensão de espiritualidade ao corpo físico.
Médico ou mohel?
A escolha não é tão difícil se você conhecer os argumentos. Os métodos são diferentes, as circunstâncias são diferentes, e os resultados são diferentes.
A circuncisão feita no hospital, longe da mãe da criança, é realizada com tenazes dolorosas e pode demorar até 15 minutos. Em contraste, o trabalho de um mohel é completado em segundos.
No hospital, é uma prática cirúrgica: luzes, ambiente frio, uma equipe de estranhos "homens de branco" debruçados, mãos e pezinhos do bebê amarrados numa mesa impessoal cirúrgica, ao passo que num Brit ele repousa no colo tranquilo de um vovô carinhoso, em um ambiente aquecido e familiar.
Estas e outras diferenças foram registradas em 1997 pela Associated Press, que relatou serem as "circuncisões judaicas mais suaves" que aquelas realizadas em ambientes seculares, e que os "mohels, hábeis praticantes do antigo ritual judaico da circuncisão, parecem infligir menos dor nos recém-nascidos que a maioria dos médicos."
Cicatrizes psicológicas, anestesia, barbarismo e crueldade - tudo isso fala da circuncisão ao estilo do hospital. Nas palavras de um mohel da Califórnia, "Se eu tivesse de fazer um brit usando a técnica hospitalar, não desejaria ser um mohel."
Uma livre escolha?
"E quanto à livre escolha de nossos filhos, podemos nos impor sobre este direito?"
Como pais, é nossa obrigação nos impor a nossos filhos. E na verdade, é isso que fazemos. Escolhemos seu quarto (antes mesmo de nascerem!) suas roupas, babás e escolas. Os vacinamos pontualmente para que não estejam expostos a riscos e contraiam doenças. O que estamos fazendo? Impomos nossos padrões de comportamento! Como pais responsáveis nos sentimos no dever de incutir em nossos filhos valores, na esperança de que quando eles crescerem, também os adotarem. Não deveríamos fazer o mesmo com a identidade e valores judaicos? Se o brit é o símbolo do Judaísmo da pessoa, por que não podemos "impô-lo," com tudo aquilo que representa, ao nosso filho recém-nascido?
Alguém poderia argumentar: "Mas a circuncisão é diferente, porque possui caráter permanente."
Certo, mas as impressões feitas na mente e no coração de uma criança também são permanentes. Tudo na verdade que os pais fazem afeta profundamente os filhos. Se para os pais o Judaísmo ocupa um significativo espaço em suas vidas, então a responsabilidade de introduzi-lo e torná-lo desde cedo familiar a seus filhos passa a ser fundamental. O Brit é apenas o primeiro passo na direção destes valores. Do contrário, jamais poderão reivindicar uma posição judaica no futuro.
Fomos o povo instruído a utilizar nosso corpo e toda a matéria existente a fim de elevá-los a níveis espirituais. Não sabemos até aonde estes níveis são capazes de nos conduzir, mas com certeza, ao conduzir nosso filho em nossos braços e entregá-lo por segundos nas mãos hábeis de um mohel pode ser justamente este o único gesto que garantirá nossa identidade mais íntima como judeus e nossa mais profunda e eterna relação com D'us.

Brit Milá - Circuncisão
O que é
O Brit Milá é um preceito positivo da Torá na qual D'us ordena realizar a circuncisão de todo menino judeu. É um dos rituais mais sagrados e como é efetuado sem a consciência da criança, significa um ato de fé acima da lógica, mantido através das gerações; é sinônimo de uma aliança viva e eterna entre o homem e D'us.
O primeiro
Brit Milá é o sinal especial que tem distinguido o judeu dentre as nações, desde quando o patriarca Avraham circuncidou a si mesmo e a todos os de sua casa, por ordem Divina, na idade de 99 anos.
Quando Yishmael, o primeiro filho de Avraham, fez o Brit milá, já possuía 13 anos, estava completamente capacitado a compreender este mandamento. Estava orgulhoso de sua decisão em submeter-se racionalmente a um preceito de D'us. Sua aceitação do Brit Milá estava limitada à razão.
Yitschac, por outro lado, nasceu um ano após ter sido ordenado a Avraham fazer o Brit e foi circuncidado com apenas oito dias, um bebê sem o desenvolvimento intelectual.
Lei Judaica
Pela Halachá, Lei Judaica, um judeu deve circuncidar seu filho no oitavo dia após o nascimento, quando sua faculdade da razão ainda não está desenvolvida. Isto significa que um judeu está ligado e comprometido com D'us o mais cedo possível, de um modo absoluto e abrangente, que transcende sua razão e percepção.
Shalom Zachor
Na primeira sexta-feira após o nascimento de um filho, é feita uma cerimônia conhecida pelo nome de Shalom Zachor, traduzido como boas vindas e agradecimento a D'us pelo nascimento do bebê. Recebe na verdade esta designação por ser no Shabat, (também conhecido como Shalom, paz), quando nos reunimos para saudar o recém-nascido (Zachor).
Costuma-se convidar amigos para celebrar a chegada do novo membro logo após a refeição de Shabat à noite, quando então servem-se alimentos e bebidas além do prato essencial desta noite: grão-de-bico, conhecido como arbis ou nahit, que simboliza luto. Por que luto em uma ocasião tão festiva?
Para lamentar o fato de que ao nascer, a criança esqueceu a Torá que estava aprendendo no útero materno. Este aprendizado inicial da Torá lhe dá, mais tarde, a capacidade de adquirir o conhecimento e a sabedoria de D'us, por si mesma.
O dia do Brit Milá
O Brit é executado no oitavo dia subsequente ao nascimento da criança. Por exemplo, se a criança nasceu no domingo (do pôr-do-sol de sábado até o pôr-do-sol de domingo) o Brit é realizado no domingo seguinte. Isto se aplica mesmo quando o oitavo dia cai num Shabat ou em algum Yom Tov (desde que o nascimento tenha sido de parto normal —caso tenha sido de cesariana, o Brit é adiado para o dia seguinte).
A circuncisão é realizada através de um "Mohel", homem temente a D'us, cumpridor dos preceitos judaicos e versado na prática da circuncisão, conforme as leis da Torá.
É o Mohel que decide se a criança está apta ou não a ser circuncidada. Se decidir que ela não está fisicamente capacitada a se submeter à circuncisão no tempo prescrito, por estar com icterícia, se encontrar abaixo do peso mínimo exigido (kg) ou algum outro problema, o Brit é adiado. Uma vez atrasada a cerimônia, ela não poderá ter lugar num Shabat ou em um Yom Tov, mas deverá ser realizada na primeira oportunidade.
Sempre que praticável, o Brit deve ser realizado pela manhã como sinal de nossa urgência em cumprir uma mitsvá, a vontade de D'us. Nunca deve ser realizado à noite.
Não se costuma convidar as pessoas para o Brit, mas simplesmente informá-las sobre a hora e o local, pois não seria apropriado que elas declinassem de um convite para um evento, no qual Eliyáhu, o profeta, estará presente.
O Profeta Eliyáhu
Na cerimônia de cada Brit Milá o Profeta Eliyáhu é uma visita ilustre que traz muita honra.
Há muito tempo, um dos reis de Israel, influenciado por maus conselheiros, aboliu a cerimônia da circuncisão. Eliyáhu, que vivia naquela época, clamou então a D'us relatando que o povo de Israel havia abandonado Sua valiosa aliança. A partir de então, D'us o instruiu a estar presente e a testemunhar todas as circuncisões. Por esta razão uma cadeira especial é designada em honra ao Profeta Eliyáhu, em cada Brit Milá.
O Mohel
Embora a Torá aponte o pai para circuncidar seu filho, o Brit é geralmente feito por um Mohel, pois a maioria dos pais não está qualificada para executar tal ato. O homem escolhido para fazer o Brit deve ser observante e temente a D'us, e estar adequadamente habilitado e treinado. A circuncisão realizada através de um cirurgião judeu, mas que não seja um Mohel, adulterará inteiramente o significado do Brit Milá, pois este ato é o elo espiritual que liga a criança a D'us.
Sandec, Kvater e outras honras
Juntamente com o Mohel, o Sandec, a pessoa que segura a criança durante a circuncisão, deve ser alguém de grande estima da família e da comunidade.
O dia do Brit Milá é visto como uma festa para o Sandec, tal como para o pai e o Mohel. Geralmente, um casal (de noivos ou casados) é escolhido para servir de Kvater (aqueles que trazem a criança para o aposento onde o Brit terá lugar).
A mulher toma a criança dos braços da mãe e por sua vez a entrega ao homem que a levará para o aposento. Ele ou ainda outro homem coloca então a criança sobre a cadeira reservada ao Profeta Eliyáhu. A tradição nos diz que ao dar a honra de ser Kvater a um casal ainda sem filhos, confere-se a este uma bênção especial para que se torne fértil e tenha seus próprios filhos.
Em seguida, o pai coloca o bebê no colo do Sandec. Depois que o Mohel executa a circuncisão, mais dois homens podem receber honras especiais: um, a de segurar a criança, enquanto o outro recita a bênção e a prece especial onde em seguida é anunciado a todos o nome judaico da criança. Na refeição que se segue é costume acender velas em honra da Simchá, porém, nenhuma bênção especial é recitada.
No Bircat Hamazon, Bênção de Graças recitada após uma seudat mitsvá, refeição festiva, vários pedidos são acrescentados para o bem-estar do nenê recém circuncidado, por seus pais, o Sandec e o Mohel.
Através do Brit Milá um menino se identifica como judeu logo no início de sua vida e permanece, por toda ela, ligado à sua Fonte.


Dando Nome ao Bebê Por Aron Moss
Pergunta:
Minha mulher entrou no sétimo mês de gravidez, e começamos a discutir nomes para nosso bebê. Ela deseja algo tradicional, mas eu quero que meu filho seja um indivíduo e estou pensando em algo mais exótico. O que diz o Judaísmo sobre dar nome a um filho?
Resposta:
Escolher um nome não é tarefa fácil. O nome da pessoa não é uma mera etiqueta, pois expressa a essência do portador. As letras que formam seu nome, seu som e seu significado são descrições de sua alma. Somente um profeta tem a visão e a perspicácia para saber que nome combina com a alma de seu filho.
Você é este profeta.
A Cabalá ensina que os pais recebem uma profecia temporária para escolher o nome certo para o filho, Este lampejo de perspicácia pode chegar a qualquer hora, mas quando vem, você sabe que escolheu o nome certo. Um determinado nome começa a aparecer na sua cabeça e gradualmente o influencia. É uma inspiração Divina, levando-o a dar o nome que realmente pertence ao seu filho.
Para uma alma judia, o nome da alma está em hebraico. O hebraico é o idioma original, sagrado, o idioma que D’us usou para criar o mundo. Os nomes hebraicos têm significados elevados, têm múltiplas camadas, há tantas pessoas com o mesmo nome mas mesmo assim cada qual é única, dependendo de qual camada de significado sua alma expressa. Ser chamado pelo seu nome hebraico desperta a alma para ser mais manifesta em sua vida diária.
Examine os nomes dos grandes personagens da História Judaica, ou nomes de avós falecidos. Se algum desses nomes “saltar” para você, isso pode indicar que a criança tem uma centelha da alma daquela pessoa, e vai imitar os traços positivos daquela pessoa. A alma tende a continuar na mesma família, e uma criança que recebe o nome de um ente querido que se foi continuará a carregar aquela chama.
A originalidade não deveria ser um fator decidivo na escolha de um nome. Tentar ser diferente de todo mundo significa basear sua escolha em todo mundo. Isso não pode ser chamado de individualidade. Porém dar ao seu filho um nome hebraico com o qual tanto você quanto sua mulher concordam, significa dar um nome que é verdadeito para a alma única de seu filho.
Lembre-se você não está apenas dando nome a um bebê. Está também dando nome a um adolescente, um adulto e um cidadão idoso. Os nomes da moda de hoje estarão ultrapassados quando seu bebê estiver ganhando os dentinhos. Os nomes hebraicos têm permanecido em voga por 4000 anos. Use sua chance de ser profeta por um dia, e escolha um nome que descreva a alma de seu filho.

Em ritmo de Brit-Millá...1

Em ritmo de Brit-Millá...1
Claro, a primeira citação é minha mesmo...
Livro: “À LUZ DA MENORÁ: INTRODUÇÃO À CULTURA JUDAICA”
Autora: Jane Bichmacher de Glasman
Ano: 1999
CAPITULO V: CICLO DE VIDA JUDAICA
Como todo povo, nação e fé religiosa, o povo judeu desenvolveu desde épocas imemoriais, ritos, cerimônias, regras e procedimentos adequados para marcar os acontecimentos da vida pessoal, familiar e social.
     As pautas estabelecidas para a observância destas cerimônias estão baseadas nos valores espirituais do judaísmo e foram extraídas da Torá, seguindo os exemplos estabelecidos pela conduta dos Patriarcas e Matriarcas, Reis e Profetas. A influência de correntes de pensamento pós-bíblicas, como o misticismo judaico, serviram para modelar e definir o marco haláhico (legal) que governa até nossos dias as leis relacionadas com o nascimento, a puberdade, o matrimônio, o divórcio e a morte.
     Deve-se notar que estes são os campos da lei judaica que estiveram mais sujeitas às influências das culturas locais na quais os judeus tem vivido nos últimos dois mil anos.
A) BRIT MILÁ
     “Brit” significa “pacto” e “milá” significa “circuncisão”.  Todo pai deve seguir o preceito bíblico de circuncidar seu filho no oitavo dia, tal como Deus ordenou a Abraão (Gen. 17, 10-14).
     O Brit pode ser adiado se o menino estiver doente, fraco ou prematuro, ou se na opinião de um médico a circuncisão for potencialmente perigosa. Em caso de dúvidas, a Haláhá prescreve atuar com cautela.
     O Brit deve realizar-se à luz do dia por um “mohel”, que é um judeu piedoso e praticante e que foi instruído e conhece perfeitamente as leis da circuncisão (Shul’han Aruh).
     Se um menino nascer sem prepúcio, exige-se uma circuncisão simbólica que implica numa pequena incisão, deixando cair uma gota de sangue. Este ato denomina “hatafat dam brit” e desse modo se reafirma o Pacto de Abraão.
     A circuncisão é um mandamento de tal importância que mesmo os judeus mais agressivamente reformistas insistem nela, embora sejam mais exigentes sobre quem a efetua ou sobre o dia em que é feita.
A CERIMÔNIA DO BRIT MILÁ (em resumo)
1. O Mohel faz a introdução inicial (músicas tradicionais e/ou Baruch Haba)

2. A Kvaterin ( a acompanhante) pega o bebê da mãe e o leva ao local do Brit.
3. O Kvater ( o acompanhante ) pega o bebê da Kvaterin e o entrega àquele que o levará ao :
4. Kissé Shel Eliahu (trono, cadeira, dedicado ao Profeta Eliahu, espiritualmente presente em todo Brit Milá trazendo bênção e expiação a todos os presentes).
5.  Alguém é honrado a pegar o bebê do Kisse e colocá-lo (sobre o travesseiro) no colo do Sandak.

6. O Sandak, sentado, segura o bebê durante o Brit (neste momento o Sandak é comparado ao Sumo Sacerdote).
7. O Mohel e o pai fazem suas Brahot enquanto o Mohel realiza o Brit.
8. Enquanto alguém segura o bebê (o que é uma honraria), alguém é honrado a recitar brahot (bênçãos) com um copo de vinho à mão, dando à criança  o nome judaico. O nome judaico é escolhido pelos pais por inspiração divina, pois o nome judaico reflete e é o canal de conexão entre a essência da alma do recém nascido e Deus.
9.  O Mohel conclui o Brit abençoando a mãe e a criança.
10.Mazal Tov! Logo em seguida é servida uma Seudát Mitsvá (refeição festiva).

OBSERVAÇÃO: Nomes: uma menina recebe seu nome na sinagoga durante a leitura pública da Torá, geralmente no Shabat seguinte ao seu nascimento. É costume nessa ocasião o pai oferecer um Kidush após o serviço da manhã. O menino recebe seu nome por ocasião de seu Brit Milá. Os costumes relativos a nomes variam de comunidade; em todos os lugares, porém costuma-se dar à criança um “nome judaico”, pelo qual ele ou ela serão conhecidos para os fins da lei judaica. Estes incluem sua chamada à Torá, contratos de casamento, documentos de divórcio etc. O nome judaico pode ou não ser utilizado na vida cotidiana. Ex: Um homem chamado Moisés no Brasil, será provavelmente chamado à Torá pelo nome hebraico de Moshe ou Moishe e pode acontecer que seja chamado assim por amigos e membros da família. Outros exemplos: Avraham (Abraão), Rivka (Regina), etc. 
         Na tradição judaica, os nomes carregam grande significado. O Midrash nos conta: “Cada pessoa tem três nomes
- um dado pela mãe e pelo pai;
         - outro o qual é chamado por outras pessoas;
         - e outro adquirido por ele próprio”. (Eclesiastes Rabbah, 7:1:3).
         Então, escolher o nome é o primeiro passo na formação da identidade da criança. O judaísmo merece orientação em decidir o nome que melhor se adapte à criança.
         Durante o período bíblico, os pais não davam os nomes de parentes vivos ou falecidos às suas crianças. Os israelitas temiam que essa prática pudesse roubar a identidade e a imortalidade de seus parentes. Às crianças se davam nomes depois de um acontecimento; de um animal ou planta; ou algo relacionado à D’s. Adam, por exemplo, foi assim chamado porque fora criado da Adamah, a terra. Moisés, do hebraico “salvo das águas”, foi assim chamado porque foi resgatado do Rio Nilo pela filha do Faraó. As crianças recebiam nomes de um animal ou de uma planta na esperança de adquirir características do nome. Deste modo, os pais que chamavam seu filho “Ari” (leão) esperavam que esta crescesse forte. Também são populares nomes teosóficos, como Jonathan (dado pelo Senhor) ou Ezequiel (que Deus fortaleça). Outra categoria de nomes são inspirados num acontecimento. Por exemplo: Samuel (Deus ouviu)). Após o retorno dos judeus do Exílio da babilônia (586 a.C.), especialmente durante o período helenístico, surgiu o costume de dar às crianças o nome de um familiar vivo, geralmente avô paterno.  Em contraste aos tempos anteriores, pensava-se que a pessoa cujo o nome fora dado à criança, ganharia imortalidade.
         Nos tempos Talmúdicos, os judeus evitavam denominar as crianças, segundo certas personalidades da Bíblia, assim como Moisés ou David, temendo que tal denominação pudesse perturbar as almas dos mortos.
         Na Idade Média, entretanto, a prática de dar o nome a uma criança após a morte (de um parente) tornou-se popular entre os judeus ashkenazim. Os judeus sefaradim normalmente dão nome à criança de um familiar vivo, e os judeus yemenitas dão o mesmo nome de seus pais. O Judaísmo Reformista permite que a criança seja chamada em nome de um familiar vivo ou falecido.